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Como mudar de profissão — e de vida: a história do Luis com o CWI Reset

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CWI.Digital House Autor


A imagem, em preto e branco com detalhes em laranja, é dividida em duas partes. Na esquerda, há uma foto do Luis usando um capacete de segurança. Ele é um homem branco, usa óculos e barba. Na direita, Luis aparece em seu home office, sentado em frente a um monitor e um notebook.

A história do Luis Costa de Figueiredo é uma história de mudança. De profissão, sim, mas também de vida. E é daquelas que podem inspirar muitas outras pessoas que têm vontade de trocar de emprego e não sabem como iniciar na área da tecnologia.

Depois de 20 anos atuando com carburação de veículos e uma passagem pela construção civil, o caminho dele cruzou com o da CWI. Sua carreira na empresa de TI iniciou na zeladoria da sede de São Leopoldo (RS) e, mais tarde, passou pelo setor administrativo. Hoje, com 44 anos e depois de ter concluído o CWI Reset, ele é analista de suporte no time que atende a Realize, financeira das Lojas Renner.

O Reset é um programa de formação pensado para pessoas que já têm experiência profissional em outras áreas. Periodicamente, abre inscrições para participantes de todo o Brasil e dá oportunidade de ingresso na equipe CWI para quem se destaca. Ao continuar a leitura, você saberá como isso foi possível para o Luis. 👨‍💻


Quando o avanço tecnológico exige uma mudança de trabalho

O dia a dia atual de Luis na Tecnologia da Informação pouco se assemelha ao início de sua vida profissional. Tudo começou em um curso de Mecânica Industrial, quando ainda era adolescente. As aulas o levaram ao ofício que chamou de seu por cerca de 20 anos: carburação de carros. Teve sua própria oficina por mais de duas décadas, primeiramente no município de Esteio (RS) e, mais tarde, em Gravataí (RS), onde reside até hoje.

Com a popularização da injeção eletrônica, a especialidade de Luis passou a perder mercado. Seus conhecimentos, no entanto, não foram desperdiçados, apenas redirecionados. A elétrica de veículos foi a base para começar a fazer instalações desse gênero em apartamentos. Depois, o convívio com colegas na construção civil o ensinou sobre hidráulica.

O ápice dessa fase foi o trabalho em um condomínio, realizado em 2017. Era preciso construir 41 casas e um salão de festas. Até um jacaré esteve presente no canteiro de obras! Foi uma empreitada difícil, com expedientes de longas horas e grande esforço físico.

A imagem, em preto e branco com detalhes em laranja, é dividida em duas partes. Na esquerda, há um condomínio em construção. Aparecem três casas e uma retroescavadeira. Na direita, está a foto de um jacaré.

Buscando ir além

No ano seguinte, um colaborador comentou com Luis que havia uma vaga aberta na CWI. Tratava-se de uma oportunidade para a área de manutenção. Mais uma vez, a sua experiência prévia foi essencial para a nova fase da carreira. Ali iniciou o seu caminho em uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil.

“Quando me falaram sobre o trabalho na CWI, eu não acreditei”, conta. “Antes era pesado, abrindo piso no chão duro de pedra, bem puxado. Vários colegas pediram que eu conseguisse uma vaga para eles.”

Ainda que gostasse muito da atuação na zeladoria, Luis também demonstrou interesse pelo setor administrativo. Em determinado momento, sua rotina na CWI chegou a ter 20% do tempo dedicado à manutenção predial e 80% ao administrativo, sempre buscando mais responsabilidades e fazendo cursos sobre temas como VBA.

Ele faz questão de destacar que esse crescimento foi possível também graças ao espaço aberto pela supervisora Fabíola de Souza. “Eu não estaria onde cheguei se não fosse ela. A Fabi é uma dessas pessoas que faz pelos outros, que luta pelas pessoas.” Esse apoio descrito por Luis mostra como um dos pilares da cultura CWI, a valorização da colaboração, é realmente vivenciado na prática.


Quando a vontade de mudar de profissão se encontra com a tecnologia

Enquanto tudo isso acontecia, um interesse de Luis permanecia adormecido: o desenvolvimento de software. Em 2011, seu trabalho com carburação de carros apresentava sinais de declínio. Por isso, buscou novos conhecimentos em um curso técnico de Informática, durante o qual se apaixonou por programação.

Naquela ocasião, PHP e C# foram as linguagens que mais chamaram a atenção. “Gostei muito, trabalhei com front-end e back-end”, relembra. “Meus colegas e eu desenvolvemos um sistema para uma empresa real, a papelaria onde a minha esposa trabalhava. Fizemos toda a parte de administração, estoque e clientes.”

Mudar de carreira passa de possibilidade para realidade

O tempo passou e Luis sentia que a idade era um impeditivo para a ideia de fazer algo diferente. Vários colegas na CWI, porém, o incentivaram a se inscrever no Reset. Na edição da qual participou, 500 pessoas foram aprovadas para a fase inicial. Essa etapa incluiu aulas de lógica de programação e, no final, uma avaliação de conhecimentos assimilados e interações realizadas, seguida por uma entrevista. Foi aprovado.

Na segunda fase do CWI Reset, a turma de Desenvolvimento iniciou com 45 pessoas de diversas áreas, como ensino de inglês e engenharia. Foi um grupo de altíssimo nível e o empenho necessário incluiu estudar após o expediente e nos fins de semana, assim como dedicar parte das suas férias ao desenvolvimento do trabalho de conclusão da formação profissional. Todo o esforço foi compensado com o convite para se tornar analista de suporte e atuar junto ao time de um dos grandes clientes da CWI.

Melhor do que disseram

Para Luis, deixar a construção civil e trocar de profissão significou uma mudança também em outros aspectos. Ele destaca a parte financeira e a segurança de não precisar estar constantemente em busca de novos trabalhos, dependendo da organização e da honestidade de diferentes contratantes. “São mundos completamente diferentes.”

A carreira na área da Engenharia de Software, embora esteja no início, promete ainda mais evolução pessoal e profissional. Além disso, mudou o local de trabalho de Luis, apesar de continuar sendo colaborador da CWI. Em vez de estar na sede de São Leopoldo da empresa, agora atua em home office. A distância física dos novos colegas não impede que se sinta apoiado. “A parceria da equipe é diferenciada”, resume. “Se tenho dúvidas, é só perguntar. Vêm duas, três pessoas para ajudar.”

A satisfação do Luis pode ser resumida em uma frase. Perguntamos a ele se o dia a dia na TI é tudo que disseram que seria. “Não, é bem melhor.” 


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